domingo, 24 de junho de 2012

A REVOLTA DE ABRAÃO


 Graças à sua santa revolta diante de Deus, Abraão obteve a grandeza de visão das estrelas no céu. Durante muitos anos ele vinha seguindo a direção divina, mas a certa altura, quando o medo de sua fama, por ter vencido cinco reis com apenas 318 homens, invadiu seu coração. Pensava consigo: os povos das regiões vizinhas vão pensar que quero imperar sobre suas terras. Certamente irão se juntar contra mim.
     Essa preocupação tomou conta de Abraão e o terror se apossou dele. Foi então que o Senhor lhe apareceu e disse
      Não temas, Abrão, Eu sou o teu escudo, e teu galardão será sobremodo grande. (Gn 15.1)

      Mas, ao invés de cobrar ânimo com tais palavras, Abraão logo manifestou a revolta que há

muito trazia no peito:
     Senhor Deus, que me haverás de dar, se continuo sem filhos e o herdeiro da minha
casa é o damasceno Eliézer?… A mim não me concedeste descendência, e um servo nascido na minha casa será o meu herdeiro. (Gn 15.2,3).

      Ao meu ver, tais palavras soam muito duras diante de Deus. Parece-me que naquele momento

Abraão estava pronto para o tudo ou nada, vida ou morte.
      Quem era ele para dirigir-se assim ao Senhor Deus?! É como se o barro estivesse falando com
o oleiro: estou cansado de ser manuseado, faz logo de mim um vaso ou então… jogue-me fora!
      Pura malcriação, falta de respeito, falta de reverência… Enfim, revolta mesmo!
      Por outro lado, aos olhos de Deus, o sentimento de Abraão era perfeitamente plausível, já que
ele vinha-Lhe obedecendo à Palavra há tanto tempo, e seu grande sonho ainda não tinha sido
concretizado. O Senhor, e somente o Senhor, compreendia sua angústia.
      Além disso, aquela manifestação de “malcriação santa”, na verdade expressava sua força em
Deus. Mostrava sua real dependência d’Ele. E isso era altamente positivo e agradava a Deus.
      Creio que essa experiência de Abraão, bem como a de Gideão, inspirou o escritor aos Hebreus escrever:
     De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que Ele existe e que se torna galardoador dos que O buscam. (Hb 11.6).

      Além disso, nota-se o fato de que realmente dependia do cumprimento da promessa feita

pelo Senhor há muitos anos. “De ti farei uma grande nação...” (Gn 12.2).
      Ora, o anseio de Abraão tem de ser o mesmo daqueles que se predispõem a salvar almas.
Aquele filho tão almejado de Abraão representa as almas tão almejadas por aqueles que têm
verdadeira paixão pelas almas perdidas .
      A resposta de Deus a Abraão foi instantânea, imediata…
      A isto respondeu logo o Senhor…
      Quantas orações têm sido feitas a Deus cujas respostas têm demorado tanto, não é verdade?
Quantas vezes oramos tanto, jejuamos, fazemos vigílias e tudo o mais por apenas uma única
resposta de Deus!
      Por causa da revolta de Abraão, Deus logo o respondeu.
     Também graças à santa revolta diante do Anjo do Senhor é que Gideão foi escolhido para
salvar o povo de Israel.
     Penso que Deus permite chegarmos ao fundo do poço para despertar nossa fé sobrenatural e

tornar possíveis nossos sonhos impossíveis.

     Ao contrário da natureza humana, a fé é rude, ou seja, ela despreza qualquer tipo de sentimento,
e por isso mesmo é loucura para os que se perdem. Quem pode explicá-la?
     Quando Abraão viu seus servos em conflito com os de Ló, por causa da terra onde estavam,
ser reduzida para os rebanhos de ambos, imediatamente determinou a separação.
      Apesar dos laços familiares entre ambos, mesmo assim Abraão não hesitou em seguir só na
sua caminhada com Deus. Tamanha foi sua confiança em Deus, que propôs a Ló escolher o
melhor lado para seguir. Enquanto seu sobrinho escolheu as campinas do Jordão, Abraão partiu
para o deserto contrário.
     Do ponto de vista do homem natural, seria mais vantajoso escolher a “melhor parte” e deixar
a outra para o sobrinho. Mas sua convicção da contínua presença de Deus em sua vida preferiu
ficar com a “pior parte”.
      Loucura? Sim e não… Sim, aos olhos humanos; não, aos olhos da fé.
Que Deus abençoe todos abundantemente.

Autoria Bp. Edir Macedo

sábado, 17 de março de 2012

Rei Davi



OLÁ GALERA DESCULPE EU DEMORAR PARA POSTAR, MAS ASSIM QUE PUDER VOU ATUALIZAR O BLOG, FIQUEM NA FÉ.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

RECEBA O ESPIRITO SANTO EM SETE DIAS-BISPO EDIR MACEDO



Neste domingo, estaremos ensinando como receber o selo do Espírito Santo em até 7 dias.
 
 
 
Assim como os espíritos imundos são os responsáveis diretos por todas as desgraças humanas, o Espírito Santo é O Responsável pela construção de uma nova vida.
O Senhor Jesus disse: buscai o Reino de Deus e a Sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.Mateus 6.33
Que todas as demais coisas seriam acrescentadas?
Nova vida com tudo o que ela proporciona sob a direção do Espírito de Deus.
Não sem lutas, mas sempre conquistando.
O maior erro das pessoas é buscar a solução dos problemas em primeiro lugar.
Em primeiro lugar a pessoa deve buscar O Solucionador – o Espírito Santo.
Como fazê-lo eficazmente?
Quem estiver disposto a pagar o preço para recebê-Lo durante sete dias, até o sétimo dia será recompensado.
A peregrinação de sete dias vai começar na segunda-feira e terminará no domingo seguinte.
Se as pessoas sedentas do Espírito de Deus seguirem a nossa orientação direitinho, até o domingo de carnaval – festa da carne –, elas estarão festejando a festa do espírito juntamente com o Espírito de Deus.
Em todos os Cenáculos do Espírito Santo serão dadas as mesmas orientações.
Quem tem sede, quem estiver mesmo disposto, venha!
Buscar-Me-eis e Me achareis quando Me buscardes de todo o vosso coração. Jeremias 29.13

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

ASSISTA O 5° CAPÍTULO DE REI DAVI


Clique na foto e assista

Ziba se espanta ao ouvir as ordens de Saul, esbarra em algo e faz barulho. Ele convence Saul, que acaba de chegar, trazendo o vinho e os serve. Samuel esconde o lenço sujo de sangue para que Aimeleque não veja. Bate-Seba tenta agradar seu marido Urias, mas é tratada com a mesma indiferença de sempre. Ziba troca o segredo que acaba de ouvir na tenda de Saul por um beijo de Tirsa, serva de Jonatas e Selima.
Abner reúne o exército para batalha. Esbaal treme pois nunca foi à guerra. Ainoã não se conforma com o medo do filho. Jonatas manda sua mãe se retirar e tenta acalmar o irmão. Soldados partem para a guerra. Algumas moças sorriem para Davi, seduzidas por ele, que sorri de volta, mas sem maldade. Jonatas entrega uma bela espada a Davi. Esbaal observa a cena enciumado. Davi acena para Merabe, apaixonado, e Mical sente ciúmes. Selima fica sabendo das intenções de Saul e corre para avisar Jonatas, mas passa mal. Quando Tirsa vai ajudar, ela manda que a serva avise Jonatas. Tirsa chega tarde demais e, para disfarçar o nervosismo, conta a Ainoã que Selima está passando mal. Aionã é venenosa e diz a Selima que, mesmo nascendo, seu bebê não vai sobreviver. Selima fica revoltada e a expulsa da tenda. No fundo, ela sabe que sua gravidez está mesmo em risco.
Soldados trazem de volta ao acampamento Adriel, que está ferido na perna. Ainoã não permite que Merabe o ajude. Ainoã conta que Merabe prefere se casar com Adriel e Saul concorda prontamente. O rei conta seus planos a Ainoã, que se surpreende com a atitude. Sem demora, Merabe e Adriel se casam enquanto Davi está na guerra. Dias se passam. Soldados chegam da guerra comemorando. À frente de todos está Davi. Ele puxa seu cavalo, que carrega Esbaal ferido na batalha. Atrás de todos, Abner e Doegue acompanham o pelotão de cara fechada. Saul sai feliz da sua tenda, mas se fecha ao ver Davi intacto e aclamado por todos.
Tirsa não consegue disfarçar a preocupação com Selima e Jonatas corre para ver sua esposa. Mical ignora Paltiel, que tenta puxar conversa. Merabe conta a Davi que já se casou e o herói fica com o coração em pedaços. Mical assiste tudo satisfeita. Tirsa conta a Jonatas o que aconteceu com Selima e sobre o casamento de Merabe. Jonatas confronta o pai, que fica preocupado com sua honra diante de seu povo. Ainoã aparece com a solução:  Davi casa-se com Mical. Davi se lamenta com Joabe quando Abner chega para lhe contar que Mical será sua nova esposa. Davi não se convence. Acha que é muito pobre e que o rei não vê com bons olhos seu casamento com uma de suas filhas.
Saul pede que Abner avise Davi que abre mão de um dote contanto que ele traga cem prepúcios filisteus. Davi aceita o desafio. Mical não se conforma com tarefa a ser cumprida por Davi. Abner agarra Rispa. Eles se beijam, mas ela agora é concubina do rei. Rispa se afasta e Abner fica ainda mais apaixonado.
Davi ataca soldados filisteus em uma trilha na floresta. Selima conta a Jonatas os planos de Saul para Davi. Nervosa com a situação, ela fica zonza. Jonatas pede que ela se acalme e vai confrontar seu pai. Tirsa e Selima se espantam com o sangue na cama, Jonatas já havia saído. As duas acham que o bebê morreu e choram. Jonatas briga com Saul, quando, de repente, Davi entra na tenda e entrega não cem, mas duzentos prepúcios para Saul. O rei segura a fúria com um sorriso amarelo.
Um soldado filisteu conta a Aquis sobre o ataque surpresa liderado por Davi. Saul ordena Abner, Doegue e Esbaal que matem Davi após a noite de núpcias. Jonatas chega e ouve algo suspeito. Ele lembra Saul da promessa que fez de não ferir Davi. Saul diz que vai manter a promessa. Davi se casa com Mical.